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Uma jornalista nos Jogos Olímpicos de Tóquio

A jornalista Marcela Alves tem sido observadora privilegiada de grandes eventos esportivos pelo mundo nos últimos dez anos. Atuando como uma espécie de faz tudo para produtoras de vídeo e emissoras de TV estrangeiras, ela garante que se diverte trabalhando com os “gringos”, mas adverte: “não tem vida fácil”.

 

Na semana marcada pelos emblemáticos cem dias para os Jogos Olímpicos de Tóquio, ela topou fazer esse bate-papo com o Gente de Casa para falar de sua expectativa em participar do maior evento mundial a ser realizado em plena na pandemia da Covid-19. No seu relato, o que não falta são dificuldades. “Estarei em Tóquio, mas ainda não sei por qual caminho”.

 

E tem mais: Marcela também compartilha curiosidades do dia a dia na cobertura esportiva estrangeira e dá dicas de como trabalhar com os “gringos”.

 

GENTE DE CASA, um podcast da Casa do Jornalista
Apresentação Ricardo Miranda / Edição Leonardo Costa

Para ouvir o primeiro episódio clique AQUI

Podcast Gente de Casa vai conversar com jornalistas de JF

Como parte das comemorações do Dia do Jornalista, a Casa do Jornalista de Juiz de Fora em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Juiz de Fora lança o Podcast Gente de Casa. A proposta do canal, que é apresentado pelo jornalista Ricardo Miranda, é conversar periodicamente com profissionais de comunicação sobre os caminhos e descaminhos do jornalismo, com um olhar para a realidade política e econômica.

 

O jornalista e escritor Ailton Alves é o convidado para o episódio de estreia do Gente de Casa. Numa conversa cercada de lembranças e boas histórias, ele percorre os caminhos do jornalismo a partir da reabertura democrática na década de 1980 até o atual estágio de retrocesso com a chegada de Jair Bolsonaro ao poder. “Bolsonaro tirou a extrema direita do armário”.

 

Amante do jornal impresso, Ailton relata seu assombro com a velocidade com que as redes sociais fazem estragos quando se tornam meios para divulgação de fakes news. Falta hoje, segundo ele, a perspectiva histórica. “Quando o João Figueiredo (último general a presidir o país) diz: ‘É para abrir mesmo: e quem não quiser que abra, eu prendo e arrebento’, aí temos algo histórico. A maioria do que (Bolsonaro) fala hoje não tem relevância alguma”.

 

Como é comum em todas as conversas com o Ailton, o futebol quase sem querer entra na pauta, mas, no caso em questão, por um bom motivo.

 

GENTE DE CASA, um podcast da Casa do Jornalista
Apresentação Ricardo Miranda / Edição Leonardo Costa

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Ações em defesa da liberdade de imprensa marcam o Dia do Jornalista

Nesta quarta-feira, Dia do Jornalista, representantes de oito organizações ligadas às liberdades de imprensa e de expressão vão entregar aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), uma carta aberta pedindo o compromisso dos líderes do Congresso Nacional com a liberdade de imprensa e a segurança de jornalistas e comunicadores do país. A audiência com os presidentes das duas casas legislativas será realizada às 15 horas, em modo virtual.

 

A carta é assinada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Artigo 19, Conectas Direitos Humanos, Intervozes, Instituto Vladimir Herzog, Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) e Repórteres sem Fronteiras (RSF). Nela, as entidades apresentam recomendações para o Congresso Nacional atuar de forma a manter o Brasil como um ambiente seguro para a imprensa, garantindo mecanismos de transparência e acesso à informação.

 

A FENAJ será representada na audiência por sua presidenta, Maria José Braga, que destaca a importância da atuação do Congresso Nacional para a garantia das liberdades de expressão e de imprensa, principalmente na análise de projetos de lei em tramitação nas duas casas.

 

O Dia do Jornalista também será lembrado com a Vigília pela vida e pela liberdade, que igualmente lembrará o Dia Mundial da Saúde. O protesto virtual contra os ataques à vida, à democracia e, em especial, à liberdade de imprensa terá a participação de artistas, jornalistas, juristas, sociólogos, filósofos, psicólogos, economistas e representantes dos movimentos popular e sindical.

 

Entre as presenças confirmadas, destaques como Boaventura Souza Santos (diretor emérito do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra), o cantor Chico César, os cartunistas Aroeira e Laerte e o jornalista Luís Nassif. A Vigília pela vida e pela liberdade será transmitida pela TVT, por uma rede de mídias democráticas e pela páginas de Facebook das entidades que participaram da organização, entre elas a FENAJ. A transmissão terá início às 20 horas.

 

Fonte: FENAJ

A transformação do jornalismo nos anos 2000

No último episódio do especial em homenagem ao Mês da Mulher, o podcast Casa Delas discute as transformações do jornalismo ao longo dos anos 2000 e as perspectivas para os próximos anos.

 

Reunimos Christina Musse, Érica Salazar, Marise Baesso e Telma Elisa para relembrarem suas trajetórias, contarem os desafios da profissão e analisarem o que podemos esperar no cenário futuro da comunicação.

 

O podcast Casa Delas é uma iniciativa da Casa do Jornalista em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Juiz de Fora.

 

Veja e ouça o episódio por AQUI e por AQUI

Ditadura e tortura Nunca Mais!

Por Maycon Chagas*

Há 57 anos começaram a ser escritas as páginas mais tristes da história brasileira. Oficialmente, em 31 de março de 1964, militares sob a ordem da elite brasileira em combinação com os Estados Unidos, tomaram o poder.

 

Foram 21 anos em que os brasileiros (as) foram tolhidos dos direitos mais básicos relacionados à liberdade. Sem poder escolher o presidente e nem criticá-lo. O Brasil do Ame ou deixe-o, do ufanismo doentio e barato. O país da vigilância, dos desaparecimentos, assassinatos e torturas.

 

Páginas escritas com uma tinta feita do sangue dos assassinados e torturados. Aqueles que nunca tiveram os corpos entregues aos familiares. Nem crianças foram poupadas por uma das ditaduras mais sanguinárias da América Latina.

 

O ano de 1964 só terminou 21 anos depois após muita luta e resistência. Jamais podemos esquecer o que é viver sob uma ditadura. Lembrar e não esquecer é combater aqueles que defendem esse regime, os filhotes da Ditadura e fãs de torturadores e assassinos que nunca foram punidos.

 

O combate é permanente para que nunca mais o país viva uma era de trevas como foi de 1964 a 1985. Valorize a liberdade e a democracia para nunca ser escravo do estado e dos eternos capitães do mato que controlam o sistema!!!

 

Fora Bolsonaro!

 

Ditadura Nunca Mais!

 

* Maycon Chagas é jornalista.